23 de jan. de 2009

Eu indignada com a falta de cérebro generalizada,
e Anita me intrigava:

"A ignorância é um tanto necessária. Pelo menos por enquanto. Imagine quantos seres humanos não suportariam a realidade observada nua e crua, sem métodos ilusórios de fuga discreta. Observei a criança largada na rua e imaginei se ela tivesse consciência da situação na qual se encontrava... Mas, no entanto, sorria e brincava como não existisse nada além do seu pedaço de madeira e seu espírito de diversão.
O mundo talvez fosse mais cinza do que já é. Não sei se peno ou clamo pelo despertar dos ignorantes. Mas que não seja de repente, ouvindo-se o tic tac, e, então, BUM!"
[Anita]

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