
E hoje eu perdi o pôr-do-sol.
Me deparei com a angústia de estar desperdiçando meu dia, toda vez que sentava e olhava o relógio sozinho na parede. Nada além do tempo que passava.
Quando deitada na rede, olhava a caixa d'água em meio às plantas que cresceram em volta. A luz do sol me tocava o rosto aos poucos, por entre as folhas que não detiam toda luz. E cada vez que o vento balançava com força, o sol me cegava os olhos. Não distinguia ao certo o que pensava... Meus pais estavam felizes, e eu queria que isso bastasse. Mas o retalho de algum sentimento confuso me inquietava. Eu me sentia bem, sentia viva. Acho que eu queria poder compartilhar isso com alguém.
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