9 de jun. de 2010

o dia é a noite que mente.


Era uma vez um passado com sorrisos ritmados. É uma vez -duas, cinco, cem- um presente de risos sem dentes, onde cada vez que os olhos se espremem perto uns dos outros é pra fingir que não se viram, pra nao assumir que todo dia é uma noite que mente.
Só existe lá atrás, nem tente.

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